Prazo apertado para entregar piscina de 2016 faz Rio desistir de Mundial


Presidente da Federação Internacional de Natação afirma que o Brasil não se candidatará, porque parque aquático não ficaria pronto em meado de 2015


 chance do Rio de Janeiro de sediar a principal competição de esportes aquáticos em 2015 está descartada. Neste sábado, o presidente da Federação Internacional de Natação (Fina), o uruguaio Júlio Maglione, afirmou que o Brasil desistiu de receber o Mundial um ano antes dos Jogos Olímpicos, porque o novo parque aquático, do projeto Rio-2016, não ficará pronto a tempo. O Maria Lenk também não poderia ser utilizado, pois não atende todas as exigências da entidade internacional.
Em abril de 2010, a Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA) enviou uma carta para a Federação Internacional de Natação (Fina) confirmando o interesse em disputar o direito de sediar o Mundial de Esportes Aquáticos de 2015, no Rio de Janeiro. A ideia é que a competição servisse de evento-teste para os Jogos Olímpicos de 2016. Para isso, o projeto olímpico para os esportes aquáticos seria redimensionado e as duas piscinas passariam a ser permanentes.
A intenção de sediar a competição acabou empacando na previsão de entrega do novo parque aquático. Integrante da comissão de coordenação dos Jogos Olímpicos de 2016, Júlio Maglione esteve no Rio esta semana e comentou sobre a desistência do Rio. Agora, quatro candidatas seguem na disputa: Guangzhou (China), Hong Kong (China), Guadalajara (México), Kazan (Rússia).
- Foi sugerido ao Brasil a opção de realizar o Mundial de 2015. Mas não teria condições, porque parece que a piscina não vai estar pronta para 2015, vai estar uns meses depois – disse Maglione, durante o Campeonato Estadual, neste sábado, no Júlio Delamare.

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